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Caminhoneiras avançam no mercado de transportes

Mulheres falam do orgulho de fazer parte desta profissão  

No dia internacional da mulher, três mulheres contaram para a De Nigris porque decidiram encarar a boleia. Elas dirigem brutos Mercedes-Benz e não têm medo dos desafios da estrada. Aliás, sentem orgulho de representar a classe feminina nos transportes, como declaram em seus depoimentos. 

 

Ruzimelia Basso, 49 anos

Ruzi, como gosta de ser chamada, trabalhou por muito tempo em escritórios e comércios. Sua vida mudou quando a loja de bijuterias que tinha com o marido faliu, o que a fez procurar por emprego. E encontrou: Virou caminhoneira! Quando viu um anúncio para motoristas sem experiência, candidatou-se à vaga, habilitou-se para conduzir veículos pesados e está há dez anos na profissão. 

"Já trabalhei até como motorista de ônibus, mas a minha paixão é o caminhão. Muitas empresas até preferem contratar mulheres, por serem mais cuidadosas e responsáveis", declarou a caminhoneira. 

Hoje, ela administra o grupo 'Mulheres Caminhoneiras' da rede social e dirige caminhões Mercedes. 

 

Izabel de Souza, 27 anos 

Ela cresceu praticamente dentro dos caminhões Mercedes-Benz 1418 e 1517 que hoje trabalha, ao lado do marido Nabel. Seus veículos são agregados em uma empresa do Paraná e os dois viajam pelos tapetões (estradas de asfalto) afora. 

Izabel comenta que o preconceito de algumas pessoas nunca a fizeram desistir do seu sonho. "Dia a dia eu enfrento 'caras feias', mas não dou bola. Faz parte", conclui. 

 

Maria Gorete Melo, 53 anos

Com 14 anos de profissão, Maria Gorete trabalha com um Mercedes-Benz 1993 automático, da empresa Braspress - transportes urgentes. Ela que entrou no setor de transportes por acaso e necessidade, hoje adora ser reconhecida como caminhoneira.

"Sinto orgulho da minha profissão. O preconceito ainda existe, mas está quase acabando", relata.                      

 

O porquê da data especial para elas

Desde de que este dia foi instituído pela ONU (Organização das Naçoes Unidas), em 1975, as mulheres buscam cada vez mais conquistas sociais e vivem em constante luta pelas igualdade de direitos. E no setor de transportes não é diferente. 

Atualmente, não existem pesquisas concretas sobre o número de condutoras de veículos pesados. Mesmo assim, é só reparar nas redes sociais e nas estradas para perceber que elas estão muito mais presentes. 

Os motivos para as empresas contratarem mulheres para dirigir caminhões são inúmeros, como o fato delas serem mais cuidadosas na direção, serem prudentes e ficarem mais atentas aos cuidados do veículo, o que diminui os riscos de acidentes.           

 

 

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